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Ministério do Esporte sugere medidas para simplificar troca de moeda durante a Copa 2014

O Banco Central (BC) pretende adotar medidas para simplificar operações de câmbio feitas por estrangeiros durante os próximos eventos esportivos com sede no Brasil, como o Mundial da Fifa 2014. Para isso, o BC quer modernizar a legislação atual para facilitar as transações sem, contudo, descuidar do combate à lavagem de dinheiro. O assunto foi tema do seminário Câmbio Manual e Transferência de Pequenos Valores, nesta segunda-feira (30.05), que contou com a participação do Ministério do Esporte.

O assessor especial do Ministério do Esporte, Ricardo Gomyde, apresentou sugestões para facilitar as operações de câmbio durante a Copa 2014, quando o Brasil deve receber 600 mil turistas estrangeiros. Segundo ele, é preciso desburocratizar as transações para também inibir o chamado “câmbio paralelo”.

Além disso, o BC deve adotar medidas que permitam a ampliação dos locais de troca de moeda. Atualmente, casas lotéricas e agências dos Correios podem atuar como correspondentes de instituições financeiras nas operações de câmbio.

“Seria interessante também que restaurantes e supermercados, por exemplo, fossem autorizados a aceitar pagamentos em moeda estrangeira e conceder o troco na mesma moeda ou em real”, sugeriu Gomyde.

O chefe da Secretaria Executiva de Normatização do Câmbio do BC, Geraldo Magela, reconheceu a necessidade de adequar a legislação brasileira para atender ao grande fluxo de turistas estrangeiros. “O Banco Central já vem simplificando as trocas de até US$ 3 mil. Temos uma preocupação com a Copa e as Olimpíadas e queremos facilitar a vida do turista, preservando o uso da nossa moeda”, explicou Magela.

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